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Uma professora da Escola Municipal Acre, na zona norte do Rio de Janeiro, foi afastada após a família de uma menina trans de 13 anos denunciar preconceito de gênero. A adolescente relatou que a professora de inglês insistiu em usar seu nome de batismo masculino, apesar de seu nome social, Kauane, estar registrado em todos os documentos. A mãe da garota, Rosana Sarmento Ribeiro, afirmou que a professora escreveu o nome antigo da filha em um trabalho na frente da turma, causando constrangimento.
Esta não foi a primeira denúncia contra a professora. Em 2023, ela teria obrigado alunos a rezar em sala ao descobrir que a jovem era do candomblé. Após a nova ocorrência, a mãe registrou um boletim de ocorrência por crime de preconceito. A Secretaria Municipal de Educação abriu uma sindicância, afastando a docente, enquanto a Polícia Civil ouve testemunhas e prossegue com as investigações. Kauane ainda não conseguiu retornar às aulas.
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