18/03/2024 às 19h21min - Atualizada em 19/03/2024 às 00h00min

Recursos digitais potencializam hábito da leitura e aumentam inclusão

Ao longo do ano, são mais de 20 datas para apaixonados por palavras; confira dicas de aplicativos para celebrar

Jéssica Oliveira
Divulgação

Você sabia que ao longo do ano há quase um mês inteiro de datas relacionadas à leitura? Pois é. São pelo menos 20 dias espalhados em quase todos os 12 meses. Janeiro, por exemplo, tem o Dia do Leitor (07/01) e o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos (30/01). Fevereiro tem o Dia Nacional do Livro Didático (27/02); março, o Dia do Bibliotecário (12/03) e Dia do Vendedor de Livros (14/03); abril traz, o Dia Nacional do Livro Infantil (18/04), e por aí vai.

Mas se engana quem pensa que, para homenagear a atividade ou os profissionais envolvidos, vale apenas usar o papel. Em tempos de Geração Alpha, inteligência artificial e avanços em recursos de inclusão, ler digitalmente é uma forma interessante de exercitar e ampliar o amor pelas palavras.

Liliane Fernanda Ferreira, diretora da B2G, distribuidora da marca Quinyx, que fornece produtos de tecnologia educacional, afirma que a leitura por aplicativos complementa e enriquece a exploração de histórias. “Eles oferecem uma experiência mais conveniente, com acesso a livros em qualquer lugar e momento, além de ter mais conforto de forma personalizada, com ajustes no tamanho da fonte, espaçamento das linhas e iluminação da tela”, exemplifica.

Passado, presente e futuro: na mesma página

Além de e-books sobre diferentes temas e áreas do conhecimento, a empresa investe em tecnologia para integrar variados recursos e desenvolveu contos conhecidos, adaptados para aplicativos de livros ilustrativos com recursos em Libras, para promover ainda mais a inclusão.

Para Liliane, a leitura é prova de como a tradição e a inovação estão sempre ligadas. Por exemplo, ao refletir sobre a origem do Dia do Leitor, que homenageia o jornal cearense "O Povo", fundado em 7 de janeiro de 1928 pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha, ela recordou o aplicativo “Inventando Poemas de Bichos”, feito com a participação de famílias dos alunos do Educandário São João Batista, tendo como inspiração o poema “Leilão de Jardim”, de Cecília Meireles.

Já pensando como hábitos antigos são incorporados na rotina atual com o auxílio tecnológico, a profissional cita o aplicativo “HistórIA”, que permite escolher os personagens e o ambiente onde a história se desenrolará. “Cada narrativa é construída com base nas escolhas dos pequenos leitores, para experiências envolventes e memoráveis. Essa interatividade possibilita que a criança mergulhe em mundos de fantasia, e aprenda de forma divertida”, observa.

Essa união de passado, presente e futuro também pode ser observada até em equipamentos, como a Mesinha Digital, uma ferramenta pedagógica potencializadora para o universo das histórias. É possível ter legendas para acompanhar a leitura, narração para ouvir a história, audiodescrição, além de quizzes para reforçar a compreensão, e adequação para aplicativos com Libras. 

“Esses recursos educacionais e interativos oferecem a oportunidade de aprofundar o entendimento sobre o conteúdo do livro e se envolver de maneira mais dinâmica com a história. É uma forte combinação de acessibilidade e elementos interativos”, diz.

 

 

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