11/10/2023 às 10h49min - Atualizada em 12/10/2023 às 00h01min

Homens foram os que mais quitaram as dívidas em BH no mês de agosto

Maior renda e menor taxa de desemprego favorecem o poder de pagamento do gênero masculino. De forma geral, a recuperação de crédito entre os belo-horizontinos cresceu pelo terceiro mês consecutivo, registrando aumento de cerca de 10%

Assessoria de Imprensa
https://www.cdlbh.com.br/imprensa/homens-foram-os-que-mais-quitaram-as-dividas-em-bh-no-mes-de-agosto/
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

No mês de agosto, os homens foram os que mais quitaram dívidas na capital mineira, segundo o indicador de recuperação de crédito da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). O levantamento mostra que, em comparação ao mesmo período do ano passado, o índice de regularização de débitos entre o gênero masculino cresceu 8,78% e, entre as mulheres, 5,76%.

“Na prática, tanto homens quanto mulheres cresceram neste indicador. No entanto, o maior rendimento entre o gênero masculino, assim como menor taxa de desemprego, permitem que eles tenham maior facilidade para pagar as contas”, explica o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva. 

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no segundo trimestre de 2023, em Belo Horizonte, a taxa de desemprego entre as mulheres (7,9%) foi maior que a entre os homens (6,9%). Além disso, elas possuem um rendimento 33,4% menor que o deles. Sendo que a média salarial é de R$ 3.433 para mulheres e R$ 4.579 para homens.

Menos devedores

De forma geral, o número de consumidores de Belo Horizonte quitando as dívidas cresceu 9,92% na variação anual (Agosto23/Agosto22). Este é o terceiro mês consecutivo em que se registra crescimento do indicador.  “A melhora do mercado de trabalho, a desaceleração da inflação e o programa Desenrola Brasil têm proporcionado aos consumidores maior poder de pagamento das dívidas. E a tendência é que se mantenha um desempenho positivo nos próximos meses, que serão marcados pelo pagamento do 13º salário e efeitos da redução da taxa básica de juros”, explica Marcelo de Souza e Silva.


 


 

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