30/08/2023 às 20h24min - Atualizada em 31/08/2023 às 00h03min

Grandes manobras e disputas acirradas marcam o primeiro dia do Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell

• 48 atletas da categoria masculina caíram no mar da Praia Mole, com 24 conquistando vaga para a próxima fase da competição •Disputa do feminino está prevista para ocorrer a partir de sexta-feira

Comunicação Dream Tour
David Castro
Nesta quarta-feira (30/08) teve início o Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell, competição que representa a Divisão Principal da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) e está na sua 3ª etapa. A disputa é realizada na Praia Mole, um dos templos do surfe brasileiro, e apesar do tempo começar nublado, com uma certa garoa, o dia foi de grandes ondas e disputas, e com o sol aparecendo mais tarde.

Apenas os homens foram ao mar nesse primeiro dia de campeonato. A primeira chamada ocorreu logo cedo, às 7h30, mas a bateria só foi ter início na segunda chamada, depois de 45 minutos. Foram para a água 48 atletas no Round 1, com 24 surfistas conquistando a classificação para o Round 2, que será realizado na quinta-feira juntamente com as outras quatro baterias restantes do Round 1. A disputa das mulheres está prevista para ter início na sexta-feira.

Destaque para os atletas Igor Moraes, Cauã Costa e Mateus Herdy. Igor, que competiu na bateria 5, teve por boa parte do dia a melhor nota em uma onda, quando com um aéreo fez 9.17. A bela atuação só foi batida na bateria 11, quando Cauã Costa quebrou tudo com a maior somatória do dia: em uma onda tirou 9.27 e em outra 9.47.

“Eu vi que seria uma onda rápida, então optei por dar um aéreo. Eu até podia mandar duas manobras, como uma rasgada e uma batida, mas eu treino para isso. Arrisquei tudo logo no começo da bateria e deu certo. Essa nota dá uma certa confiança e estou aqui só me divertindo, pois o resto do trabalho já foi feito com o treinamento. Agora é aproveitar!”, disse Igor Moraes, atleta que compete pelo estado de São Paulo.

“Estou muito feliz de chegar na Praia Mole e ser recebido assim, com notas tão expressivas. Fiquei amarradão. E agora é focar para a próxima bateria. Todo atleta quer melhorar sempre e espero ser abençoado novamente com boas ondas”, falou Cauã Costa, que teve as melhores notas do dia.
 
Catarinense Mateus Herdy, convidado do torneio, levantou a plateia com manobras aéreas / Crédito: David Castro
Já Mateus Herdy, atleta local e que participa do Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell com Wild Card, venceu sua bateria e também empolgou a galera que marcou presença na Praia Mole principalmente no período da tarde, junto com o sol. Ele se destacou com suas manobras aéreas.

“Gostei bastante da minha performance. Fui feliz nas manobras e as ondas estavam bem boas, melhor do que eu esperava. O vento estava muito bom para aéreo e eu só deixei levar e as coisas foram acontecendo”, falou Herdy, que completou abordando sobre o fato de competir em casa. “Sensação bem diferente, estar com os seus amigos, família e em um lugar onde está acostumado. Acho que é uma vantagem a mais e muito legal também”.

A janela do campeonato tem um prazo de 9 dias e vai até 7 de setembro, mas pode ser finalizada em 5 dias. O objetivo deste período é ter um tempo maior para realizar as baterias nas melhores condições de ondas possíveis, sempre analisando as previsões para todos os períodos.

No sábado (02/09) está prevista uma apresentação especial no Corona Dream Tour Floripa apresentado por Shell, o Surf Dog, modalidade onde o tutor surfa com o cão, preservando sempre a segurança e o bem-estar do seu melhor amigo.

Maya e Parafina, dois ícones do Surf Dog, terão a companhia de Dakota – matriz da primeira escola de Cães Guia do Brasil, Helen Keller, fundada na própria Praia Mole em 1998. Serão 30 minutos de apresentação. Dakota presta assistência no Hospital Infantil Joana de Gusmão e na data crianças que são atendidas na pediatria do hospital prestigiarão toda a competição.

O Dream Tour é uma realização da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) e promoção da Dream Factory, que estão juntos resgatando a Divisão Principal do Circuito Brasileiro de Surf, através da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte. 
 
Para saber tudo sobre o Dream Tour 2023 siga @dreamtoursurf no Instagram. 


Sobre a CBSurf 
Reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e também pela ISA (International Surf Association), a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) é a entidade nacional de administração do surf e de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no Estatuto da CBSurf. A entidade foi originalmente fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas. A sede atual está situada na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, tendo como presidente Flavio Padaratz e como vice-presidentes Paulo Moura e Brigitte Mayer, eleitos em fevereiro de 2022. A CBSurf tem como missão desenvolver, produzir, chancelar e organizar o Dream Tour e a Taça Brasil, que compõem o Campeonato Brasileiro de Surf, o Circuito Brasileiro do Surf de Base, o Circuito Brasileiro de Ondas Grandes, o Circuito Brasileiro de Longboard, o Circuito Brasileiro Master, o Circuito Brasileiro de Stand Up Paddle (Race, Wave, Sprint e Paddleboard) e o Campeonato Brasileiro de Parasurf. Todos, nas categorias masculina e feminina. Acompanhando o enorme sucesso do surf brasileiro, tanto no Circuito Mundial, com seis títulos mundiais nos últimos nove anos, quanto na Olimpíada do Japão, com a conquista da inédita medalha de ouro na estreia do surf, uma nova gestão feita por ex-competidores da elite mundial e pelos melhores profissionais do surf brasileiro, a CBSurf tem, como valor principal, promover e desenvolver a criação de ídolos nacionais, e consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro. Em 2023, o Dream Tour estabelecerá um padrão e patamar inédito e histórico em todo o mundo. 
 
Sobre a Dream Factory: 
Ao longo dos seus mais de 22 anos de existência, a Dream Factory esteve entre as empresas líderes do mercado nacional de entretenimento ao vivo. Inicialmente como executores de eventos, a empresa nasceu após produzir a volta do Rock in Rio para o Brasil, em 2001. Nos momentos seguintes, a empresa foi uma das pioneiras na evolução do setor com a criação e implementação de experiências de marca integradas. Hoje, a Dream Factory é um sistema integrado de entretenimento ao vivo com eventos proprietários, serviços e gestão de comunidades.  Entre os eventos proprietários estão marcas conhecidas e queridas pelo público como a Maratona do Rio, a ArtRio, Sertões, Árvore do Rio e mais recentemente, a VidCon SP, o Dream Tour e o MECA.
 
A Dream Factory também traz em seu guarda-chuva a Dreamloc, que cuida de logística e infraestrutura, a Dream Venue, que atua como operação de "venue", com a administração de espaços como a Marina da Glória, no Rio de Janeiro; a GoDream, que organiza as vendas de ingresso, bebidas e alimentos, a Dream Strategy, que oferece consultorias estratégicas para marcas e empresas líderes do mercado, e a Easylive, uma empresa que capta pontos em troca de benefícios.

Sobre a Shell Brasil: 
Prestes a completar 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.  
 
Sobre a Vivo: 
A Vivo é a marca comercial da Telefônica Brasil, e tem como propósito “Digitalizar para Aproximar”. A Vivo é um hub digital, facilitando o acesso de seus clientes a serviços em diferentes áreas, como entretenimento, esportes, segurança digital, finanças, saúde e educação. Atua na prestação de serviços de telecomunicações fixa e móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente para clientes B2C e B2B, chegando a 112 milhões de acessos (3T22). A empresa está presente em 4,9 mil cidades com rede 3G, mais de 4,6 mil com 4G, e 3,2 mil municípios com a rede 4,5G. No segmento móvel, a Vivo tem 97 milhões de acessos e responde pela maior participação de mercado do segmento (38%) no País, de acordo com resultados do balanço trimestral (3T22). No âmbito dos patrocínios, a marca tem uma longa história no apoio ao esporte e é patrocinadora oficial da Seleção Brasileira desde 2005. Ao longo dos anos, a empresa vem ampliando sua atuação no cenário de esportes outdoor e apoia iniciativas de beach tennis, ciclismo e automobilismo de aventura por todo o Brasil. 
 
Sobre a Gerdau:   
Com 122 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Além disso, possui uma divisão de novos negócios, a Gerdau Next, com o objetivo de empreender em segmentos adjacentes ao aço. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em 9 países e conta com mais de 36 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 71% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. A companhia também é a maior produtora de carvão vegetal do mundo, com mais de 250 mil hectares de base florestal no estado de Minas Gerais. Como resultado de sua matriz produtiva sustentável, a Gerdau possui, atualmente, uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), de 0,90 t de CO₂e por tonelada de aço, o que representa aproximadamente a metade da média global do setor, de 1,89 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). Para 2031, a meta da Gerdau é diminuir as emissões de carbono para 0,83 t de CO₂e por tonelada de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3), Nova Iorque (NYSE) e Madri (Latibex). 
 
 

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